| existe um momento, em que o olhar sabe caminhos, que a razão desconhece |
sábado, 7 de janeiro de 2012
domingo, 4 de dezembro de 2011
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domingo, 20 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Julie Blackmon


Julie Blackmon encena ambientes onde se movem personagens, em espaços deliciosamente caóticos.
Composição e tonalidades.
Os detalhes, sublime.
Composição e tonalidades.
Os detalhes, sublime.
sábado, 24 de setembro de 2011
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| Jeffrey T. Larson |
Malgré tout os ciclos ainda se renovam, e o outono está aí.
Cheira.
Não há como escapar;
As castanhas a batata-doce o "fresquinho por cima", a respiração a chamar pelo quintal, o conforto de uma aconchego.
Que o fresco já arrepia, e as costas sofrem.
Um fim de tarde
Pensava nessa sua tendência, para habitar casas encenadas.
Na primeira casa, polvilhou uma parede de inutilidades, que lhe adoçavam o olhar.
Às vezes pensa onde foi buscar essa necessidade de acumular o que não faz falta, se quando olha para um espaço, gosta de o ver vazio, sem histórias.
Será por isso, pela imaginação não saber histórias, em casas habitadas?
Sentia-se envolta pelo ouro daquele fim de tarde, um cheiro muito doce.
Chamou os cães para dentro, e sorriu.
Na primeira casa, polvilhou uma parede de inutilidades, que lhe adoçavam o olhar.
Às vezes pensa onde foi buscar essa necessidade de acumular o que não faz falta, se quando olha para um espaço, gosta de o ver vazio, sem histórias.
Será por isso, pela imaginação não saber histórias, em casas habitadas?
Sentia-se envolta pelo ouro daquele fim de tarde, um cheiro muito doce.
Chamou os cães para dentro, e sorriu.
domingo, 18 de setembro de 2011
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