domingo, 18 de setembro de 2011
Albandeira
Hoje de manhã, ao pequeno almoço, pensou em Albandeira.
Recordava a estrada, e a estranheza de os carros conseguirem passar por ali.
Hoje foi fazer a experiência; não se arrependeu.
A estrada é linda, e o campo um apetite.
Um mar e um céu de perder o juízo.
E a luz,
sempre.
sábado, 17 de setembro de 2011
Era o mar no olhar
O tempo deslizava com leveza.
Era o mar no olhar.
Vivia o presente sem amarras de cor, nem punções do ser.
Aspirava a brisa de um mar que enverdecia olhos dentro.
Sorvia os dias marítimos, que temperavam o gosto.
Não esperava mais
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Os meus momentos
domingo, 11 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
tem momentos
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| Sledgehammer Girl by Dogbyte on Melrose Ave |
segura no olhar um medo infinito
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sem pedras na mão
domingo, 24 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
A bruxa
Que vida estranha.
Pensava ter fechado a porta ao vento,
que o dia estava acabado.
A vida é uma surpresa, pensava.
Surreal, no infinito.
Estava no quintal, preparava-se para a limpeza da cozinha, quando aquela mulher assomou à cancela em ar de choro, a chamar por ela.
Olhou, e viu uma pessoa envelhecida, de cabelos curtos, grisalhos, e nas mãos tortas as chaves de um carro, que enrolava frenéticamente nos dedos.
Aproximou-se, sem a reconhecer.
Chorava enquanto lamuriava uma história confusa;
foi por ali fora até dizer que não tinha onde dormir,
que a Segurança Social a tinha posto fora de casa, por maus tratos ao marido.
Perguntou-lhe então onde morava, porque é que tinha ido ali ter, porquê a ela?
Foi quando então se deu conta.
Aquela mulher, que enrolava as chaves freneticamente, era a "bruxa" da casa do alto!
A vida é um mistério.
Pensava ter fechado a porta ao vento,
que o dia estava acabado.
A vida é uma surpresa, pensava.
Surreal, no infinito.
Estava no quintal, preparava-se para a limpeza da cozinha, quando aquela mulher assomou à cancela em ar de choro, a chamar por ela.
Olhou, e viu uma pessoa envelhecida, de cabelos curtos, grisalhos, e nas mãos tortas as chaves de um carro, que enrolava frenéticamente nos dedos.
Aproximou-se, sem a reconhecer.
Chorava enquanto lamuriava uma história confusa;
foi por ali fora até dizer que não tinha onde dormir,
que a Segurança Social a tinha posto fora de casa, por maus tratos ao marido.
Perguntou-lhe então onde morava, porque é que tinha ido ali ter, porquê a ela?
Foi quando então se deu conta.
Aquela mulher, que enrolava as chaves freneticamente, era a "bruxa" da casa do alto!
A vida é um mistério.
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| Lucian Freud |
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