| Existem lugares onde as cores explodem em ondas de sabor |
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sábado, 28 de janeiro de 2012
domingo, 18 de setembro de 2011
Dona Mariana
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Os meus momentos
sábado, 17 de setembro de 2011
Era o mar no olhar
O tempo deslizava com leveza.
Era o mar no olhar.
Vivia o presente sem amarras de cor, nem punções do ser.
Aspirava a brisa de um mar que enverdecia olhos dentro.
Sorvia os dias marítimos, que temperavam o gosto.
Não esperava mais
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Os meus momentos
quinta-feira, 31 de março de 2011
O ar sabia a doce
o ar sabia a doce.
O horizonte,
estendia-se em carne, quase viva.
Esteve para seguir até ao mar da capelinha.
Sentir o cheiro, olhar as rochas soberbas, acesas pelo entardecer.
Sorriu, quando seguiu em frente.
Lembrou-se do jasmim.
Em casa, o ar sabia a doce.
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domingo, 16 de janeiro de 2011
Coisas
ou vos der jeito.
E se não quiserem, não tem importância.
Fui passando por algumas mortes e lidando com a inutilidade e o peso das coisas que fazem parte do mundo de cada um.
Coisas.
Nada para os que ficam; a vida, para quem partiu.
Quero viver o que a vida respira, e não deixar para trás o peso da minha existência,
se for capaz.
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Os meus momentos
domingo, 9 de janeiro de 2011

Prashant Miranda
Odor cheio, no teu cheiro,
que remoça.
Despeço-me de penas e tormentas,
ao viajar por hábitos esquecidos,
rotinas que se recriam,
sorrisos.
- Estás bem, amor?
- Estou
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Os meus momentos
sábado, 1 de janeiro de 2011
Lonjura
Abraçava os dias, na secura da noite.
Entorpecia, na languidez dos sentidos.
Dilatava o ser, na lonjura das coisas.
Por fim, adormecia.
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sábado, 11 de dezembro de 2010
Sem pressa

Por caminhos de pedra, resgatou o sossego que o tempo ímpar lhe concedia.
Sem pressa....,
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Sempre que saía da escola, esgueirava-se por aquele portão, até sentir o horizonte onde havia letras.
Era esse o segredo.
Aí, sentia-se bem, num mundo sem cor nem pessoas, onde a inexistência a levava longe, lá muito longe, onde o olhar repousa no tempo e a solidão não cabe.
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Adormece
a dor,
arrastam o sono para um lugar
onde a morte habita o sonho.
Sem pressa,
num estertor,
adormece.
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